domingo, 24 de março de 2013
segunda-feira, 18 de março de 2013
CURSO CIF
CIF - DESEMPENHO OCUPACIONAL E PAPÉIS OCUPACIONAIS
ESTAMOS FAZENDO PRÉ-INSCRIÇÃO PARA O CURSO
SOLICITE A SUA FICHA DE PRÉ-INSCRIÇÃO
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sexta-feira, 25 de janeiro de 2013
Anatomia Patológica - Caricatura do Corpo Doente
O corpo doente é o discurso
singular de um drama pessoal, que se configura num declínio da condição de saúde,
mas, por outro lado, é o discurso da esperança de fazê-lo, o próprio corpo,
regressar à condição de saúde (o sintoma da doença é a ambiguidade do discurso
corporal). Nesta direção, a esperança do corpo doente é poder realizar a remissão,
isto é, poder dirigir ou redirecionar o discurso para as outras dimensões da
vida; afastado e afastando-se da dor. Esta afirmação permite, então, refletir e desvelar o sentido mais amplo do conceito de remissão da doença. De outro modo, o corpo doente é
aquele subtraído, pelo sofrimento, das múltiplas faces de seu modo ocupacional
de ser e a sua caricatura, a anatomia patológica, é a sua versão sem voz, sem discurso
(corporeidade).
quinta-feira, 24 de janeiro de 2013
domingo, 6 de janeiro de 2013
DICAS
A ONDA

ASSISTA O TRAILER LEGENDADO DO FILME
PASSAGENS DO TEMPO (LIVRO)
MAURO MALDONATO
“ Uma viagem pelo conceito de tempo, permeada por
desafios e questionamentos, na tentativa de refletir sobre este instigante e
intangível enigma.”
PASSAGENS DO TEMPO (LIVRO)
MAURO MALDONATO
“ Uma viagem pelo conceito de tempo, permeada por
desafios e questionamentos, na tentativa de refletir sobre este instigante e
intangível enigma.”
segunda-feira, 24 de dezembro de 2012
GRAÇA E PAZ
domingo, 2 de dezembro de 2012
A Anatomia do Corpo Ocupacional
Ainda que a Classificação Internacional de Funcionalidades represente
um avanço na descrição dos estados de saúde e dos relacionados à saúde, uma boa
parte de seu conteúdo orienta o usuário para uma espécie de anatomia funcional[1]
que empurra o projeto de descrever a situação real de vida para longe de sua pretensão
última que é observar a totalidade da pessoa.
Há uma dificuldade natural de integrar, por exemplo, a fisiologia, a
psicologia, a anatomia e os aspectos sociais e culturais contidos na vida ativa
e participativa. Trata-se de um projeto que pode ter como resultado a descrição
de Frankensteins, isto é, o
projeto CIF, sem o devido cuidado, pode acabar por descrever uma espécie de ser
funcional que sofre com a falta de experiências produtivas de indeterminação (Quem
sou eu? O que estou fazendo?), ou melhor, de individualidade (singularidade).
De outro modo, o resultado é um corpo funcional “desalmado” sem a graça da vida.
O poeta Vladimir
Maiakóvski no seu poema intitulado ADULTO versa, a meu ver, sobre como é, ou
pelo menos deveria ser, uma anatomia do corpo
ocupacional. Diz ele no trecho que segue:
“Entrai com
vossas paixões! Galgai-me com vossos amores!
Doravante não
sou mais dono de meu coração!
Nos demais - eu
sei, qualquer um o sabe!
O coração tem
domicílio no peito.
Comigo a
anatomia ficou louca.
Sou todo coração
- em todas as partes palpita.”
Um
corpo que embora seja funcional está para além da função; um corpo que embora seja funcional está para além da classificação... ...um corpo ocupacional - a anatomia do desejo.
Mario Battisti
Mario Battisti
terça-feira, 20 de novembro de 2012
Narrativa e Terapia Ocupacional

Na Terapia
Ocupacional o sentido da Ocupação se desenha, ao mesmo tempo, como “fazer algo”
e “existir/permanecer em algo”. Fazer coisas, permanecer nelas e no mundo
expressam a incessante busca do ser em oferecer propósito e significado à sua experiência
cotidiana; à sua existência.
Essa
afirmação, contudo, diz de um sujeito epistemológico; um sujeito teórico
(paradigma). O sujeito epistemológico é um referencial teórico, ele é o
expediente científico por meio do qual balizamos a nossa prática clínica. Ele
possibilita a explicação (papel da ciência) dos fenômenos próprios da humanidade.
Portanto, ele é o sujeito unívoco, isto é, no qual restam reduzido os demais
(os outros todos). Ao contrário, a pessoa que se socorre do cuidado do
Terapeuta Ocupacional é o sujeito equívoco, isto é, a pessoa prenhe de
incertezas, imprecisões e de buscas particulares. Trata-se de um ser na
constante e laboriosa construção de sua própria história; sua própria narrativa
ocupacional.
O sujeito
epistemológico orienta a condução do cuidado da pessoa, mas a pessoa não pode
ser confundida com esse sujeito epistemológico. De outro modo, pode-se dizer de
uma “anatomia ocupacional”, isto é, de uma ciência que se vale de um sujeito
ficcional para articular o conhecimento sobre a ocupação humana e guiar os raciocínios
clínicos, mas não é dele que se trata/cuida. O perigo reside em tomar a pessoa
pela ficção e cair na tentação de cuidar do sujeito epistemológico projetado na
pessoa humana. O sujeito epistemológico não é possuidor de uma narrativa, ele é
desprovido das imprecisões da equivocidade do sujeito real.
Na clínica
centrada no cliente há uma excepcional supremacia da pessoa sobre o sujeito epistemológico,
uma vez que na repriorização do setting
terapêutico ocupacional tem-se a aparição da narrativa ocupacional. Daí a
importância da ciência explicativa que tem origem na clínica compreensiva.
Ele fez [...]
ele permaneceu [...] ele disse [...] houve vazio de fazer [...] um trecho da vida
[...] álbum de fotos [...]
Mario
Battisti
sábado, 13 de outubro de 2012
segunda-feira, 1 de outubro de 2012
segunda-feira, 21 de maio de 2012
terça-feira, 15 de maio de 2012
sexta-feira, 4 de maio de 2012
terça-feira, 7 de fevereiro de 2012
O corpo é ocupacional para satisfazer-se com a busca de satisfação
Senão! Poeticamente
vêm as perguntas – “As mãos! Ora para que as mãos? Qual o seu sentido? Qual a razão
para tanta sensibilidade? Para que movimentos tão refinados? Mãos! Ora para que
mãos tão articuladas e repletas de tantas possibilidades se para elas o destino,
a finalidade já não estivesse traçada, se já não houvesse uma prescrição
natural para essa tão avançada tecnologia. As mãos humanas estão a serviço da
intenção de ser e permanecer no palco existencial.
Assim, da
mesma forma, cada parcialidade do corpo humano articulada numa totalidade, que
é mais que a soma das partes desse corpo, representa essa necessidade
primordial de ser e permanecer. De outro modo, pode-se afirmar que os verbos ser e permanecer, que denotam um sujeito de estado, reclamam, para a
manutenção dessas condições (estados), verbos do tipo fazer, isto é, pegar,
agarrar, soltar etc. Portanto, o sujeito
do fazer realiza o sujeito de estado
e quando ambos recaem sobre a mesma pessoa tem-se a aparição do sujeito reflexivo.
O corpo
(substantivo = substância) ocupacional (adjetivo = atributo) é um conceito
sintetizador desse contrato natural entre o existente e o mundo das coisas. O
corpo é funcional para salvar-se e ocupacional para além da salvação
(transcende a salvação), para uma envergadura existencial mais ampla que a que
reside nas funções, isto é, o corpo é ocupacional (contém atributo) para
exercitar o seu sentido de ser; satisfazer-se com a busca de satisfação.
Mario Battisti
Mario Battisti
quarta-feira, 2 de novembro de 2011
O Contrato Ocupacional do Corpo Humano
O corpo humano é constituído de partes e funções que anunciam o seu contrato com o mundo da vida. Trata-se de um processo de constante aperfeiçoamento, numa longa linha de tempo, denominado de humanidade; um modo de ser no mundo. O corpo representa a nossa autenticidade em face da vida, uma vez que a vida só existe do ponto de vista do existente; um corpo vivo e capaz de observar e interagir com as coisas.
Um dos contratos mais importantes que as partes e as funções do corpo têm com o mundo da vida é o contrato ocupacional. Esse contrato significa, sobretudo, o compromisso ou a promessa do corpo para com a transformação do seu entorno. Nosso corpo já está preparado para pegar, pular, agarrar, etc, bem como já está preparado para recepcionar e perceber as coisas que o cercam (dispostas conforme a sua análise).
Seria algo parecido com nas brincadeiras da infância: Um, dois, três e já... O já representa – já estar preparado – já estar lançado – valendo - o imprescindível presente onde a ocupação acontece e a preocupação é projeto (antecipação de esquemas).
Todavia, esse contrato ocupacional pode estar sendo parcialmente cumprido, isto é, a promessa de que o corpo é capaz de ver, ouvir ou agarrar algum objeto, por exemplo, pode não estar ocorrendo (acontecendo) por conta de lacunas causadas pela condição de saúde.
De outra forma, o contrato ocupacional com a vida é a conjuntura de esquemas corporais cognitivos, psicomotores, musculoesqueléticos, afetivos e psicossociais para a realização do sentido humano da vida (a graça). Quando esses esquemas corporais sofrem alguma forma de desarranjo (desnaturação – perda de sua natureza – quebra da promessa contratual com a vida) abrem-se lacunas que precisam ser preenchidas para que haja uma reaproximação (rearranjo) do corpo com a sua natureza e graça (o sentido da vida).
A Terapia Ocupacional é uma forma de cuidado do humano capaz de recrear conjunturas de esquemas corporais que preencham essas lacunas e restabeleçam a autenticidade do corpo, mesmo que essa autenticidade seja recuperada por meios artificiais. Contudo, uma vez que o artificial é integrado ao conjunto de esquemas que cumprem a promessa ocupacional em face do mundo da vida, eles se tornam corpo (incorporados); naturais.
Para cumprir a sua promessa, a Terapia Ocupacional deve se elevar da ciência e encontrar a arte; a arte que imita e dá sentido à vida (a graça). Essa arte que mobiliza meios para integrar o nosso cotidiano à natureza humana que nos caracteriza; a arte de ser Terapeuta Ocupacional.
Mario Battisti
quinta-feira, 20 de outubro de 2011
domingo, 2 de outubro de 2011
CURSO DE CIF E DESEMPENHO OCUPACIONAL EM SÃO JOSÉ DE RIO PRETO
quinta-feira, 25 de agosto de 2011
domingo, 14 de agosto de 2011
quarta-feira, 6 de julho de 2011
Saúde Mental - razão ou desrazão?

Saúde Mental – segundo a
Organização Mundial de Saúde é mais que a ausência de doença, uma vez que a
saúde mental somente é alcançada, mesmo que parcialmente, com a presença dos
determinantes das boas condições de saúde. Esses determinantes podem ser
definidos, em apertada síntese, como aqueles bens econômicos e sócio-culturais
que formam as várias dimensões do capital amealhado pela humanidade. Mas, além
disso, saúde mental diz da possibilidade da convivência com a estranheza, ou
melhor, de uma capacidade social de convivência com a estranheza o que
significa, sobretudo, a capacidade de dar um sentido, um significado social
para ela; que não seja apenas um objeto de dominação e satisfação mórbida do
cogito de poucos.
A História da Loucura na Idade Clássica, de Foucault, escrito há 50
anos, retrata exatamente esse esvaziamento de significado da loucura, ou seja,
em face da incapacidade de se conceber a estranheza como parte da razão humana,
movido pelo modelo cartesiano (penso logo sou!), todo aquele que não se
manifesta por meio da razão (do método) não pode ser conhecido no meio social,
uma vez que ele representa claramente a desrazão. Dessa forma, se ele não
pensa, dentro dos parâmetros estabelecidos, logo ele não existe.
A loucura e a estranheza no
percurso histórico da humanidade, até o alvorecer do iluminismo e o Discurso do
Método, se justificavam, se assentavam em valores muitas vezes sobrenaturais e,
dessa maneira, a referida estranheza era sobrevalorizada e tinha seu lugar no
universo social.
O iluminismo embora, de um lado
tenha reintroduzido a centralidade do ser humano para o pensamento e com isto
impulsionado a ciência, por outro, no que diz respeito à loucura, esvaziou-a de
qualquer significado, de qualquer valor humano. Lançou os “loucos” às trevas, à
escuridão. O louco de outrora carregado de poder sobrenatural e, portanto
respeitado de alguma forma, agora não existe, não é ninguém, restou definido
como doente e foi segregado para viabilizar o nascimento de uma ciência (a
ciência do alienista).
Desde então, a ciência que criou
e ao mesmo tempo nasceu das trevas de outros seres humanos, não conseguiu dar um
sentido social à loucura e tão pouco concebê-la como propriedade da condição
humana. Ora! Se ela é própria da condição humana ele pode e deve existir,
todavia, dar um sentido à loucura é aceitar a desrazão como forma de existir
contraria frontalmente o paradigma publicado em 1637 por Descartes.
Há muito a loucura dramática e
espetacular foi subtraída dos loucos, sua aparição pública (cenas) foram
proibidas; censuradas. Todavia, foram transferidas a outros personagens e
passaram a viver nas extravagâncias excêntricas dos chamados gênios das artes e
da ciência e mais recentemente, por exemplo, nas práticas de esportes radicais
e no comportamento de inúmeras celebridades.
Neles a loucura recebe todos os adjetivos que, de uma maneira ou outra,
outorgam sentido ás suas vidas. Aos verdadeiros loucos restou a loucura
crítica, aquela que, sem um meio termo, reduz e condena ao isolamento.
Fato é que, ainda hoje, em que
pese a vontade de uma parcela da sociedade de inscrever na carne uma nova ética
ocupacional da loucura, as orientações ofertadas nos equipamentos de atenção
psicossocial reforçam e reproduzem o esvaziamento de significado criado há
séculos, ou seja, se um familiar expressa uma visão sobrenatural em face do
espetáculo monumental que a loucura provoca, ele é estimulado, por vários “iluministas”
contemporâneos, a visá-lo como doente, portador da insuperável desrazão; ausência de sentido e desesperança.
sábado, 25 de junho de 2011
domingo, 29 de maio de 2011
domingo, 22 de maio de 2011
terça-feira, 3 de maio de 2011
REFLEXÃO
Terapia Ocupacional
A inscrição coletiva na carne da Ética Ocupacional do Cuidado.
A luta insana pela positivação de normas vem consumindo inúmeros ciclos de energia e se transmutando numa espécie de ilusão fugidiça (ilusion no sentido de Bourdeiu); uma perpétua frustração. A insanidade reside na dissociação e no desgaste resultante da formulação de inúmeras regras de um jogo, sem, contudo, participar, sequer um dia do dia a dia, do tempo em que o jogo se manifesta como tal (factual – situação real de vida). É o simulacro da conquista, da demarcação de um campo, de um território desorientado e denunciado pela ausência do dia, do tempo... ...Um dia!!! , Eis a promessa vã da norma positivada e afastada da inscrição coletiva na carne da ética ocupacional do cuidado.
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
CANTANDO COM AS MÃOS
Com a mesma maestria do filme acima a Profª Ms. Danielle dos S. Cutrim Garros transfere os seus conhecimentos e competências às colegas da Pós em Saúde Funcional.

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
domingo, 5 de dezembro de 2010
PALESTRA - SÃO CARLOS
A convite da querida amiga - professora Iracema Ferrigno - referencial de competência na clínica e na docência - estive na UFSCAR com os alunos do último período da Terapia Ocupacional. Conversamos sobre o papel dos Conselhos de Fiscalização Profissional, sobre os avanços históricos da Terapia Ocupacional e, por fim, sobre as perspectivas da profissão. Gostaria de agradecer publicamente a maneira generosa e acolhedora com que fui recebido pela professora e sua turma maravilhosa (2010). terça-feira, 26 de outubro de 2010
sábado, 23 de outubro de 2010
PL 7647 Regulamentação da Terapia Ocupacional
Entrevista com o Deputado Milton Monti sobre o PL que Regulamenta a Terapia Ocupacional
Fonte Rádio Câmara
Fonte Rádio Câmara
terça-feira, 21 de setembro de 2010
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
quinta-feira, 9 de setembro de 2010
domingo, 5 de setembro de 2010
PROF. DAGOBERTO - Saúde Funcional
Sábado dia 04 de setembro o Prf. Ms. Dagoberto B. Miranda deu início ao Módulo relativo à Mobilidade dos Memebros Superiores. Com brilantismo e fluência técnica o Amigo e Prof. tratou, inicialmente, do tema semiologia ortopédica. Experimentamos um dia dinâmico e objetivo, as Colegas e Dras. Pós-Graduandas entraram em contato com inúmeros métodos de avaliação. domingo, 29 de agosto de 2010
PROFª CARLENE - Saúde Mental

Neste sábado 28/08 a Profª Ms. Carlene Borges Soares deu início ao Módulo relativo aos Aspectos Psicossociais e o Desempenho Ocupacional. Apresentou, num primeiro momento, a história das Políticas Públicas de Saúde no Brasil e, especificamente, a evolução da Política Nacional de Saúde Mental e a inserção do Terapeuta Ocupacional na mesma.
Com a maestria de quem conhece de maneira profunda a matéria a Profª brindou a Pós-Graduação em Saúde Mental em Terapia Ocupacional com uma belíssima introdução.
sexta-feira, 27 de agosto de 2010
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
sábado, 10 de julho de 2010
quinta-feira, 8 de julho de 2010
domingo, 20 de junho de 2010
sábado, 5 de junho de 2010
terça-feira, 1 de junho de 2010
Aula da Profa. Rita Barcellos Bittencourt

A Profª Rita Barcellos Bittencourt ministra aula relativa à aparição dos fenômenos compõem uma psicopatologia compreensiva.
"A psicopatologia aparece, então, como a disciplina onde se encontram esses dois horizontes metodológicos distintos. Considerando o problema das relações entre o físico e o psíquico como intransponível, Binswanger propõe que se examine, em seu lugar, a questão mais fundamental: aquela do Ser e das relações do fenômeno psicopatológico com a existência daquele que o padece. Dessa forma, a análise existencial abriria à psiquiatria a possibilidade de um olhar sobre a totalidade da existência do homem."
"A dimensão histórica, anteriormente evocada, é decisiva no pensamento binswangeriano, na medida em que este se apóia na Daseinanalytik de Heidegger para construir suas próprias bases teóricas e metodológicas de abordagem da psicopatologia." Rev. Latinoam. Psicop. Fund. IV, 1, 137-142.
quinta-feira, 20 de maio de 2010
Aula na Pinacoteca
CIF e Desempenho Ocupacional

O Prof. Esp. Anderson - Terapeuta Ocupacional - Ministrou a disciplina CIF e Desempenho Ocupacional - Estudo Combinado. Os pós-graduandos de Saúde Mental e Saúde Funcional, a partir desta disciplina, realizaram uma pesquisa sobre a importância do brincar em diferentes faixas etárias. No total foram entrevistados 108 pessoas e algumas conclusões estão sendo extraídas em apoio ao trabalho de avaliação em Terapia Ocupacional.
segunda-feira, 17 de maio de 2010
Aula Inaugural
Na aula inaugural contamos com a presença parcial do corpo docente, entre eles:
- A Profa. Rita de Cássia Barcellos Bittenccourt, que tomando a palavra disse de sua alegria em fazer parte do corpo docente e da satisfação de estar entre colegas de profissão participando e compartilhando no sentido da construção de conhecimento,
- A Profa. Carlene Borges Soares que falou de sua graduação realizada nos USA e de sua formação voltada à saúde mental, mais especificamente, na atenção psicossocial.
- O Prof. Dagoberto cumprimentou os presentes e apontou vários trabalhos práticos que ele pretende fazer a turma de saúde funcional, isto é, medidas e metrologias de equipamentos relativos a tecnologia assistiva.
- O Prof. Reginaldo se apresentou em nome da Diretoria da FACIS, deu as boas vindas e discorreu sobre o papel social da FACIS enquanto entidade de ensino e o seu trabalho como Coordenador de Pós-Graduação nas áreas da Fisioterapia e Terapia Ocupacional.
- O Prof. José Alberto se apresentou como Coordenador Administrativo do Curso e também falou sobre sua disciplina no curso, Cinesiopatologia e Avaliação Cinesiológica.
- O Prof. Mário Battisti fez sua apresentação e logo em seguida deu início ao primeiro módulo do Curso - Fundamentos - O Corpo Humano, sobretudo, enquanto um Corpo Ocupacional.
segunda-feira, 22 de março de 2010
Corpo Docente

Conheça nosso Corpo Docente!
Em breve serão disponibilizados os currículos dos outros docentes que ministrarão aulas em nossa Especialização.
sábado, 20 de março de 2010
Sejam bem vindos!
Sejam bem vindos, alunos das Especializações: "Terapia Ocupacional em Saúde Mental" e "Terapia Ocupacional em Saúde Funcional" da FACIS.
Este é um blog dedicado a nos manter informados e conectados em tudo que diz respeito a Especialização e aos assuntos relacionados a Terapia Ocupacional.
Este espaço é todo seu!
Abraços a todos.
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