segunda-feira, 18 de março de 2013

CURSO CIF

CIF - DESEMPENHO OCUPACIONAL E PAPÉIS OCUPACIONAIS
ESTAMOS FAZENDO PRÉ-INSCRIÇÃO PARA O CURSO
SOLICITE A SUA FICHA DE PRÉ-INSCRIÇÃO
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sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Anatomia Patológica - Caricatura do Corpo Doente



O corpo doente é o discurso singular de um drama pessoal, que se configura num declínio da condição de saúde, mas, por outro lado, é o discurso da esperança de fazê-lo, o próprio corpo, regressar à condição de saúde (o sintoma da doença é a ambiguidade do discurso corporal). Nesta direção, a esperança do corpo doente é poder realizar a remissão, isto é, poder dirigir ou redirecionar o discurso para as outras dimensões da vida; afastado e afastando-se da dor. Esta afirmação permite, então, refletir e desvelar o sentido mais amplo do conceito de remissão da doença. De outro modo, o corpo doente é aquele subtraído, pelo sofrimento, das múltiplas faces de seu modo ocupacional de ser e a sua caricatura, a anatomia patológica, é a sua versão sem voz, sem discurso (corporeidade).


quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

domingo, 6 de janeiro de 2013

DICAS


A ONDA

Em 2008 quando do seu lançamento o filme a onda obteve um grande sucesso de bilheteria. Trata-se de um filme alemão inspirado no livro a Terceira Onda, uma experiência promovida por um professor em uma escola americana. Os fatos que sustentam a trama desse filme realmente aconteceram. Vale à pena assistir e refletir a respeito da vulnerabilidade da juventude em face de valores totalitários e nos potentes métodos de conversão. 


PASSAGENS DO TEMPO (LIVRO)
MAURO MALDONATO
“ Uma viagem pelo conceito de tempo, permeada por desafios e questionamentos, na tentativa de refletir sobre este instigante e intangível enigma.


segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

GRAÇA E PAZ


O ser humano se eterniza quando desenvolve a sutil capacidade de se afastar do relógio. Que em 2013 consigamos ir além das atividades da vida diária e, pelas nossas ações, tornemos eterna a experiência de viver.


domingo, 2 de dezembro de 2012

A Anatomia do Corpo Ocupacional


Ainda que a Classificação Internacional de Funcionalidades represente um avanço na descrição dos estados de saúde e dos relacionados à saúde, uma boa parte de seu conteúdo orienta o usuário para uma espécie de anatomia funcional[1] que empurra o projeto de descrever a situação real de vida para longe de sua pretensão última que é observar a totalidade da pessoa.


Há uma dificuldade natural de integrar, por exemplo, a fisiologia, a psicologia, a anatomia e os aspectos sociais e culturais contidos na vida ativa e participativa. Trata-se de um projeto que pode ter como resultado a descrição de Frankensteins, isto é, o projeto CIF, sem o devido cuidado, pode acabar por descrever uma espécie de ser funcional que sofre com a falta de experiências produtivas de indeterminação (Quem sou eu? O que estou fazendo?), ou melhor, de individualidade (singularidade). De outro modo, o resultado é um corpo funcional “desalmado” sem a graça da vida.


O poeta Vladimir Maiakóvski no seu poema intitulado ADULTO versa, a meu ver, sobre como é, ou pelo menos deveria ser, uma anatomia do corpo ocupacional. Diz ele no trecho que segue:

“Entrai com vossas paixões! Galgai-me com vossos amores!
Doravante não sou mais dono de meu coração!
Nos demais - eu sei, qualquer um o sabe!
O coração tem domicílio no peito.
Comigo a anatomia ficou louca.
Sou todo coração - em todas as partes palpita.”

Um corpo que embora seja funcional está para além da função; um corpo que embora seja funcional está para além da classificação... ...um corpo ocupacional - a anatomia do desejo.

Mario Battisti



[1] Impressão que decorre da minha observação de sua utilização.

terça-feira, 20 de novembro de 2012

Narrativa e Terapia Ocupacional




Na Terapia Ocupacional o sentido da Ocupação se desenha, ao mesmo tempo, como “fazer algo” e “existir/permanecer em algo”. Fazer coisas, permanecer nelas e no mundo expressam a incessante busca do ser em oferecer propósito e significado à sua experiência cotidiana; à sua existência.
Essa afirmação, contudo, diz de um sujeito epistemológico; um sujeito teórico (paradigma). O sujeito epistemológico é um referencial teórico, ele é o expediente científico por meio do qual balizamos a nossa prática clínica. Ele possibilita a explicação (papel da ciência) dos fenômenos próprios da humanidade. Portanto, ele é o sujeito unívoco, isto é, no qual restam reduzido os demais (os outros todos). Ao contrário, a pessoa que se socorre do cuidado do Terapeuta Ocupacional é o sujeito equívoco, isto é, a pessoa prenhe de incertezas, imprecisões e de buscas particulares. Trata-se de um ser na constante e laboriosa construção de sua própria história; sua própria narrativa ocupacional.
O sujeito epistemológico orienta a condução do cuidado da pessoa, mas a pessoa não pode ser confundida com esse sujeito epistemológico. De outro modo, pode-se dizer de uma “anatomia ocupacional”, isto é, de uma ciência que se vale de um sujeito ficcional para articular o conhecimento sobre a ocupação humana e guiar os raciocínios clínicos, mas não é dele que se trata/cuida. O perigo reside em tomar a pessoa pela ficção e cair na tentação de cuidar do sujeito epistemológico projetado na pessoa humana. O sujeito epistemológico não é possuidor de uma narrativa, ele é desprovido das imprecisões da equivocidade do sujeito real.
Na clínica centrada no cliente há uma excepcional supremacia da pessoa sobre o sujeito epistemológico, uma vez que na repriorização do setting terapêutico ocupacional tem-se a aparição da narrativa ocupacional. Daí a importância da ciência explicativa que tem origem na clínica compreensiva.
Ele fez [...] ele permaneceu [...] ele disse [...] houve vazio de fazer [...] um trecho da vida [...] álbum de fotos [...]
Mario Battisti

sábado, 13 de outubro de 2012

segunda-feira, 21 de maio de 2012

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

O corpo é ocupacional para satisfazer-se com a busca de satisfação

Já se tratou, em boletins anteriores, de refletir acerca do que se pretende dizer quando se afirma o conceito de saúde funcional bem como o de contrato natural que o corpo humano mantém com o mundo da vida. Esse contrato, em última análise, desvela a situação do humano no mundo, no palco existencial, o que significa, sobretudo, um corpo para um conjunto de tarefas, um corpo em função da realização de algo, que funciona de tal sorte a garantir, em cada ato, a sua permanência, a sua manutenção no mundo da vida (saúde = salus = salvação). Dessa forma, o corpo é uma organização viva em sentido amplo que pretende a referida manutenção em duplo movimento, isto é, a manutenção da presença e da satisfação com a presença; em apertada síntese significa: obter satisfação ao satisfazer as necessidades da presença, donde se conclui que o corpo se ocupa, à prima face, de si próprio e faz de cada ato uma concretização, uma objetivação do seu sentido de ser. Cada tarefa está para a satisfação do referido sentido.
Senão! Poeticamente vêm as perguntas – “As mãos! Ora para que as mãos? Qual o seu sentido? Qual a razão para tanta sensibilidade? Para que movimentos tão refinados? Mãos! Ora para que mãos tão articuladas e repletas de tantas possibilidades se para elas o destino, a finalidade já não estivesse traçada, se já não houvesse uma prescrição natural para essa tão avançada tecnologia. As mãos humanas estão a serviço da intenção de ser e permanecer no palco existencial.
Assim, da mesma forma, cada parcialidade do corpo humano articulada numa totalidade, que é mais que a soma das partes desse corpo, representa essa necessidade primordial de ser e permanecer. De outro modo, pode-se afirmar que os verbos ser e permanecer, que denotam um sujeito de estado, reclamam, para a manutenção dessas condições (estados), verbos do tipo fazer, isto é, pegar, agarrar, soltar etc. Portanto, o sujeito do fazer realiza o sujeito de estado e quando ambos recaem sobre a mesma pessoa tem-se a aparição do sujeito reflexivo.
O corpo (substantivo = substância) ocupacional (adjetivo = atributo) é um conceito sintetizador desse contrato natural entre o existente e o mundo das coisas. O corpo é funcional para salvar-se e ocupacional para além da salvação (transcende a salvação), para uma envergadura existencial mais ampla que a que reside nas funções, isto é, o corpo é ocupacional (contém atributo) para exercitar o seu sentido de ser; satisfazer-se com a busca de satisfação.

Mario Battisti

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

O Contrato Ocupacional do Corpo Humano


O corpo humano é constituído de partes e funções que anunciam o seu contrato com o mundo da vida. Trata-se de um processo de constante aperfeiçoamento, numa longa linha de tempo, denominado de humanidade; um modo de ser no mundo. O corpo representa a nossa autenticidade em face da vida, uma vez que a vida só existe do ponto de vista do existente; um corpo vivo e capaz de observar e interagir com as coisas.
Um dos contratos mais importantes que as partes e as funções do corpo têm com o mundo da vida é o contrato ocupacional. Esse contrato significa, sobretudo, o compromisso ou a promessa do corpo para com a transformação do seu entorno. Nosso corpo já está preparado para pegar, pular, agarrar, etc, bem como já está preparado para recepcionar e perceber as coisas que o cercam (dispostas conforme a sua análise).
Seria algo parecido com nas brincadeiras da infância: Um, dois, três e já...   O representa – já estar preparado – já estar lançado – valendo - o imprescindível presente onde a ocupação acontece e a preocupação é projeto (antecipação de esquemas).
Todavia, esse contrato ocupacional pode estar sendo parcialmente cumprido, isto é, a promessa de que o corpo é capaz de ver, ouvir ou agarrar algum objeto, por exemplo, pode não estar ocorrendo (acontecendo) por conta de lacunas causadas pela condição de saúde.
De outra forma, o contrato ocupacional com a vida é a conjuntura de esquemas corporais cognitivos, psicomotores, musculoesqueléticos, afetivos e psicossociais para a realização do sentido humano da vida (a graça). Quando esses esquemas corporais sofrem alguma forma de desarranjo (desnaturação – perda de sua natureza – quebra da promessa contratual com a vida) abrem-se lacunas que precisam ser preenchidas para que haja uma reaproximação (rearranjo) do corpo com a sua natureza e graça (o sentido da vida).
A Terapia Ocupacional é uma forma de cuidado do humano capaz de recrear conjunturas de esquemas corporais que preencham essas lacunas e restabeleçam a autenticidade do corpo, mesmo que essa autenticidade seja recuperada por meios artificiais. Contudo, uma vez que o artificial é integrado ao conjunto de esquemas que cumprem a promessa ocupacional em face do mundo da vida, eles se tornam corpo (incorporados); naturais.
Para cumprir a sua promessa, a Terapia Ocupacional deve se elevar da ciência e encontrar a arte; a arte que imita e dá sentido à vida (a graça). Essa arte que mobiliza meios para integrar o nosso cotidiano à natureza humana que nos caracteriza; a arte de ser Terapeuta Ocupacional.

Mario Battisti

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

domingo, 2 de outubro de 2011

CURSO DE CIF E DESEMPENHO OCUPACIONAL EM SÃO JOSÉ DE RIO PRETO

Neste último final de semana realizamos na bélissima clínica INCLUSIVA Terapia Ocupacional e Qualidade de Vida o Curso CIF e Desempenho Ocupacional.

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Saúde Mental - razão ou desrazão?


Saúde Mental – segundo a Organização Mundial de Saúde é mais que a ausência de doença, uma vez que a saúde mental somente é alcançada, mesmo que parcialmente, com a presença dos determinantes das boas condições de saúde. Esses determinantes podem ser definidos, em apertada síntese, como aqueles bens econômicos e sócio-culturais que formam as várias dimensões do capital amealhado pela humanidade. Mas, além disso, saúde mental diz da possibilidade da convivência com a estranheza, ou melhor, de uma capacidade social de convivência com a estranheza o que significa, sobretudo, a capacidade de dar um sentido, um significado social para ela; que não seja apenas um objeto de dominação e satisfação mórbida do cogito de poucos.
A História da Loucura na Idade Clássica, de Foucault, escrito há 50 anos, retrata exatamente esse esvaziamento de significado da loucura, ou seja, em face da incapacidade de se conceber a estranheza como parte da razão humana, movido pelo modelo cartesiano (penso logo sou!), todo aquele que não se manifesta por meio da razão (do método) não pode ser conhecido no meio social, uma vez que ele representa claramente a desrazão. Dessa forma, se ele não pensa, dentro dos parâmetros estabelecidos, logo ele não existe.
A loucura e a estranheza no percurso histórico da humanidade, até o alvorecer do iluminismo e o Discurso do Método, se justificavam, se assentavam em valores muitas vezes sobrenaturais e, dessa maneira, a referida estranheza era sobrevalorizada e tinha seu lugar no universo social.
O iluminismo embora, de um lado tenha reintroduzido a centralidade do ser humano para o pensamento e com isto impulsionado a ciência, por outro, no que diz respeito à loucura, esvaziou-a de qualquer significado, de qualquer valor humano. Lançou os “loucos” às trevas, à escuridão. O louco de outrora carregado de poder sobrenatural e, portanto respeitado de alguma forma, agora não existe, não é ninguém, restou definido como doente e foi segregado para viabilizar o nascimento de uma ciência (a ciência do alienista).
Desde então, a ciência que criou e ao mesmo tempo nasceu das trevas de outros seres humanos, não conseguiu dar um sentido social à loucura e tão pouco concebê-la como propriedade da condição humana. Ora! Se ela é própria da condição humana ele pode e deve existir, todavia, dar um sentido à loucura é aceitar a desrazão como forma de existir contraria frontalmente o paradigma publicado em 1637 por Descartes.
Há muito a loucura dramática e espetacular foi subtraída dos loucos, sua aparição pública (cenas) foram proibidas; censuradas. Todavia, foram transferidas a outros personagens e passaram a viver nas extravagâncias excêntricas dos chamados gênios das artes e da ciência e mais recentemente, por exemplo, nas práticas de esportes radicais e no comportamento de inúmeras celebridades.   Neles a loucura recebe todos os adjetivos que, de uma maneira ou outra, outorgam sentido ás suas vidas. Aos verdadeiros loucos restou a loucura crítica, aquela que, sem um meio termo, reduz e condena ao isolamento.
Fato é que, ainda hoje, em que pese a vontade de uma parcela da sociedade de inscrever na carne uma nova ética ocupacional da loucura, as orientações ofertadas nos equipamentos de atenção psicossocial reforçam e reproduzem o esvaziamento de significado criado há séculos, ou seja, se um familiar expressa uma visão sobrenatural em face do espetáculo monumental que a loucura provoca, ele é estimulado, por vários “iluministas” contemporâneos, a visá-lo como doente, portador da insuperável desrazão;  ausência de sentido e desesperança.




sábado, 25 de junho de 2011

domingo, 29 de maio de 2011

terça-feira, 3 de maio de 2011

REFLEXÃO


Terapia Ocupacional

A inscrição coletiva na carne da Ética Ocupacional do Cuidado.


A luta insana pela positivação de normas vem consumindo inúmeros ciclos de energia e se transmutando numa espécie de ilusão fugidiça (ilusion no sentido de Bourdeiu); uma perpétua frustração. A insanidade reside na dissociação e no desgaste resultante da formulação de inúmeras regras de um jogo, sem, contudo, participar, sequer um dia do dia a dia, do tempo em que o jogo se manifesta como tal (factual – situação real de vida). É o simulacro da conquista, da demarcação de um campo, de um território desorientado e denunciado pela ausência do dia, do tempo... ...Um dia!!! , Eis a promessa vã da norma positivada e afastada da inscrição coletiva na carne da ética ocupacional do cuidado.

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

CANTANDO COM AS MÃOS



video

Com a mesma maestria do filme acima a Profª Ms. Danielle dos S. Cutrim Garros transfere os seus conhecimentos e competências às colegas da Pós em Saúde Funcional.


quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

domingo, 5 de dezembro de 2010

PALESTRA - SÃO CARLOS

A convite da querida amiga - professora Iracema Ferrigno - referencial de competência na clínica e na docência - estive na UFSCAR com os alunos do último período da Terapia Ocupacional. Conversamos sobre o papel dos Conselhos de Fiscalização Profissional, sobre os avanços históricos da Terapia Ocupacional e, por fim, sobre as perspectivas da profissão. Gostaria de agradecer publicamente a maneira generosa e acolhedora com que fui recebido pela professora e sua turma maravilhosa (2010).

terça-feira, 26 de outubro de 2010

sábado, 23 de outubro de 2010

PL 7647 Regulamentação da Terapia Ocupacional

Entrevista com o Deputado Milton Monti sobre o PL que Regulamenta a Terapia Ocupacional
Fonte Rádio Câmara



video

terça-feira, 21 de setembro de 2010

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

domingo, 5 de setembro de 2010

PROF. DAGOBERTO - Saúde Funcional

Sábado dia 04 de setembro o Prf. Ms. Dagoberto B. Miranda deu início ao Módulo relativo à Mobilidade dos Memebros Superiores. Com brilantismo e fluência técnica o Amigo e Prof. tratou, inicialmente, do tema semiologia ortopédica. Experimentamos um dia dinâmico e objetivo, as Colegas e Dras. Pós-Graduandas entraram em contato com inúmeros métodos de avaliação.

domingo, 29 de agosto de 2010

PROFª CARLENE - Saúde Mental



Neste sábado 28/08 a Profª Ms. Carlene Borges Soares deu início ao Módulo relativo aos Aspectos Psicossociais e o Desempenho Ocupacional. Apresentou, num primeiro momento, a história das Políticas Públicas de Saúde no Brasil e, especificamente, a evolução da Política Nacional de Saúde Mental e a inserção do Terapeuta Ocupacional na mesma.

Com a maestria de quem conhece de maneira profunda a matéria a Profª brindou a Pós-Graduação em Saúde Mental em Terapia Ocupacional com uma belíssima introdução.

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

sábado, 10 de julho de 2010

quinta-feira, 8 de julho de 2010

sábado, 5 de junho de 2010


OUTRAS PARÁFRASES (CLIQUE AQUI)

terça-feira, 1 de junho de 2010

Aula da Profa. Rita Barcellos Bittencourt



A Profª Rita Barcellos Bittencourt ministra aula relativa à aparição dos fenômenos compõem uma psicopatologia compreensiva.
"A psicopatologia aparece, então, como a disciplina onde se encontram esses dois horizontes metodológicos distintos. Considerando o problema das relações entre o físico e o psíquico como intransponível, Binswanger propõe que se examine, em seu lugar, a questão mais fundamental: aquela do Ser e das relações do fenômeno psicopatológico com a existência daquele que o padece. Dessa forma, a análise existencial abriria à psiquiatria a possibilidade de um olhar sobre a totalidade da existência do homem."
"A dimensão histórica, anteriormente evocada, é decisiva no pensamento binswangeriano, na medida em que este se apóia na Daseinanalytik de Heidegger para construir suas próprias bases teóricas e metodológicas de abordagem da psicopatologia." Rev. Latinoam. Psicop. Fund. IV, 1, 137-142.

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Aula na Pinacoteca

A Profa. Esp. Ana Mirio - Professor de História de Arte - Ministrou disciplina complementar UM CIF e Estudo AO Combinado - CIF e Desempenho Ocupacional - denominada , O Corpo na História da Arte.





























CIF e Desempenho Ocupacional



O Prof. Esp. Anderson - Terapeuta Ocupacional - Ministrou a disciplina CIF e Desempenho Ocupacional - Estudo Combinado. Os pós-graduandos de Saúde Mental e Saúde Funcional, a partir desta disciplina, realizaram uma pesquisa sobre a importância do brincar em diferentes faixas etárias. No total foram entrevistados 108 pessoas e algumas conclusões estão sendo extraídas em apoio ao trabalho de avaliação em Terapia Ocupacional.

Imagens de nossa Aula Inaugural
















segunda-feira, 17 de maio de 2010

Aula Inaugural

Na aula inaugural contamos com a presença parcial do corpo docente, entre eles:
- A Profa. Rita de Cássia Barcellos Bittenccourt, que tomando a palavra disse de sua alegria em fazer parte do corpo docente e da satisfação de estar entre colegas de profissão participando e compartilhando no sentido da construção de conhecimento,
- A Profa. Carlene Borges Soares que falou de sua graduação realizada nos USA e de sua formação voltada à saúde mental, mais especificamente, na atenção psicossocial.
- O Prof. Dagoberto cumprimentou os presentes e apontou vários trabalhos práticos que ele pretende fazer a turma de saúde funcional, isto é, medidas e metrologias de equipamentos relativos a tecnologia assistiva.
- O Prof. Reginaldo se apresentou em nome da Diretoria da FACIS, deu as boas vindas e discorreu sobre o papel social da FACIS enquanto entidade de ensino e o seu trabalho como Coordenador de Pós-Graduação nas áreas da Fisioterapia e Terapia Ocupacional.
- O Prof. José Alberto se apresentou como Coordenador Administrativo do Curso e também falou sobre sua disciplina no curso, Cinesiopatologia e Avaliação Cinesiológica.
- O Prof. Mário Battisti fez sua apresentação e logo em seguida deu início ao primeiro módulo do Curso - Fundamentos - O Corpo Humano, sobretudo, enquanto um Corpo Ocupacional.

segunda-feira, 22 de março de 2010

Corpo Docente


Conheça nosso Corpo Docente!
Em breve serão disponibilizados os currículos dos outros docentes que ministrarão aulas em nossa Especialização.

sábado, 20 de março de 2010

Sejam bem vindos!

Sejam bem vindos, alunos das Especializações: "Terapia Ocupacional em Saúde Mental" e "Terapia Ocupacional em Saúde Funcional" da FACIS.

Este é um blog dedicado a nos manter informados e conectados em tudo que diz respeito a Especialização e aos assuntos relacionados a Terapia Ocupacional.

Este espaço é todo seu!

Abraços a todos.